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Artistas

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Michael Form

Flauta Doce

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Laurence Pottier

Flauta Doce

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Daniele Barros

Flauta Doce

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Lucia Carpena

Flauta Doce

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Luis Beduschi

Flauta Doce

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Duo Enarmonia

Música Antiga

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Dirk Börner

Cravo

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Ladson Matos

Cravo

Michael
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MICHAEL FORM

Flauta Doce

 

Michael Form é amplamente reconhecido como um dos músicos mais versáteis de sua geração, desenvolvendo com êxito uma carreira dupla como virtuose da flauta doce e maestro. Especializado em música antiga como instrumentista, ele transita com fluência por repertórios de diferentes períodos históricos quando atua como regente. Desde 2004, vem conduzindo orquestras barrocas e sinfônicas modernas, além de coros profissionais, em países da Europa, América Latina e Oceania, com mais de 160 produções operísticas em importantes teatros.

 

Sua formação abrangente permitiu o desenvolvimento de uma marca artística própria: concertos que atravessam épocas e nos quais frequentemente atua ao mesmo tempo como solista e regente. Essa abordagem única busca criar pontes entre séculos de produção musical, conectando obras de diferentes períodos e estabelecendo um diálogo contínuo com o público. A prática historicamente informada é um princípio que orienta sua interpretação, mesmo em repertórios posteriores ao século XVIII.

 

Como flautista, Michael Form é conhecido por seu timbre expressivo e refinado, registrado em diversas gravações que cobrem repertórios que vão desde Hildegard von Bingen até Johann Sebastian Bach. Como regente, dedica-se com entusiasmo ao trabalho com orquestras em formação, destacando-se por seu envolvimento com a Orquestra Barroca Simón Bolívar, na Venezuela. Por esse trabalho, foi nomeado embaixador internacional do diálogo e da paz pela Universidade Católica de Caracas, e desde 2018 ocupa o cargo de regente convidado permanente no projeto El Sistema

Laurence
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LAURENCE POTTIER

Flauta Doce

 

Realizou toda sua formação musical no Conservatoire à Rayonnement Régional de Douai, onde, em 1980, obteve medalha de ouro em flauta doce, por unanimidade. Ao mesmo tempo instrumentista e musicóloga, Laurence obteve, em 1989, sua Maîtrise na Sorbonne intitulada “A flauta doce na Itália do século XVI”, e em 1993, um doutorado em musicologia sobre “O repertório da flauta doce na França no período barroco”.  Possuindo o Certificat d’Aptitude, ela ensina flauta doce e música de câmara para cantores no Conservatório Municipal Nadia et Lili Boulanger em Paris. 


Em 1996, gravou na íntegra as suítes de Jacques Hotteterre (“le Romain”) com Philippe Allain-Dupré (selo Naxos). Em 2002, com o organista Jacques Amade, gravou um CD para a coleção « Méditation » na Bayard-musique. 
Em 1996, criou "Les Musiciens de Mlle de Guise", grupo de instrumentação variável, com o qual gravou três discos: Noëls sur les Instruments (Bayard-musique), Croc'baroque, disco de canções populares (séculos XVII e XVIII) para crianças (Bayard-musique) e Gai luron lurettes (Bayard-musique), dedicado à Renascença. Este grupo instrumental se produz regularmente em concertos e espetáculos. 


Apaixonada pela pedagogia, Laurence editou um material completo para o ensino da flauta doce, composto de três métodos, traduzidos para português do Brasil (por Daniele C. Barros), país com o qual cultiva fortes vínculos profissionais. 
Desde o ano 2000, pratica viola da gamba, o que lhe permitiu ampliar seu repertório e acompanhar cantores. Este novo viés musical lhe abriu portas da música vocal religiosa. Assim, criou o grupo Athénaïs (vozes femininas e baixo contínuo) para interpretar este repertório, pelo qual nutre verdadeira paixão. Com o Athénaïs gravou os CDs “Anima christi” (2010) e “O Amor Jesu” (2014).
Em 2017, criou um duo singular com Cécile Robert, Les Voyageuses, que combina canto e música tradicional, convidando o público a viagens inusitadas através de diversos gêneros musicais. Desde 2021, integra o conjunto medieval Arcambole, no qual toca vièle, harpa e flauta doce.

Daniele
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DANIELE CRUZ BARROS

Flauta Doce

 

Doutora em Música e Musicologia do século XX pela Universidade de Paris 4 – Sorbonne (2007) e Mestra em Musicologia pelo Conservatório Brasileiro de Música (RJ). É Bacharel em Instrumento (flauta doce) e Licenciada em Música pela UFPE. Entre 1996 e 1998 foi bolsista do governo brasileiro (CAPES) para estudar flauta doce na França.

É autora do livro “A flauta doce no século XX: o exemplo do Brasil” (2010), publicado pela Editora Universitária/UFPE, e organizadora dos dois volumes do “Caderno de Música Pernambucana para flauta doce”, publicado pela mesma editora (2010 e 2019). Entre 2006 e 2011, traduziu e publicou quatro volumes do “Método de flauta doce” de autoria de Laurence Pottier, tendo relançado o primeiro volume em 2023. Em 2010, organizou o IV Encontro Nacional de Flauta Doce, sediado em Recife. Em 2011, com apoio da CAPES, coordenou as publicações resultantes do referido evento. Em 2010, também publicou o artigo “Three Generations of composers” no periódico The Recorder Magazine (EUA).

Seu currículo de instrumentista inclui recitais como solista e camerista, dedicando-se tanto à música barroca quanto à dos séculos XX e XXI. Tem contribuído com a ampliação do repertório da flauta doce no Brasil através de projetos, encomendas e estreias de obras.

 

Professora Titular da UFPE, desde 1993 é responsável pela área de flauta doce nesta instituição. Lá, vem atuando junto ao Consort de flautas doces (2000-) – grupo dedicado tanto aos repertórios antigos como dos séculos XX/XXI (CD lançado em 2010), e ao Flauta de Bloco: grupo que desde 2008 dedica-se à pesquisa e à interpretação da música pernambucana. Com o Flauta de Bloco gravou os CDs “Folias Pernambucanas” (2022) e “Imburana” (2023). Em 2021, junto com a colega Maria Aida Barroso, criou o Duo Alfenim, cujo repertório - para flauta doce e cravo, promove diálogos entre o barroco e o armorial. Recentemente, lançou o livro “Flautarina viaja pela cultura pernambucana” - história musical dirigida ao público infanto-juvenil.

Lucia
LUCIA CARPENA

LUCIA CARPENA

Flauta Doce

 

É flautista doce e professora Titular do Departamento de Música do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) desde 1995 e atua na Graduação e na Pós-Graduação. É professora permanente do PPG-MUS da UFRGS, que, de forma pioneira, criou em 2017 o primeiro Mestrado em Música Práticas Interpretativas: Flauta Doce no Brasil e em 2022 o primeiro Doutorado em Música Práticas Interpretativas: Flauta Doce no país. Foi diretora do Instituto de Artes da UFRGS (2014-2018), chefe substituta do DEMUS-UFRGS (2013-2014) e coordenadora da Comissão de Graduação do curso de Música da UFRGS (2007-2010). Em 2012 foi professora colaboradora do PPG-MUS da UFPR, ministrando disciplinas teórico-práticas ligadas à ópera barroca. É coordenadora do grupo de pesquisa "Repertório(s) da flauta doce", cadastrado junto ao CNPq.

 

Possui Graduação em Licenciatura em Educação Artística (Habilitação em Música) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1990) e Mestrado em Flauta Doce (Künstlerische Ausbildung) na Staatliche Hochschule für Musik und Darstellende Kunst Stuttgart (1995) sob orientação do Prof. Hans-Joachim Fuss. Concluiu em 2007 o Doutorado em Música na Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP sob orientação dos professores Helena Jank e Paulo Mugayar Kühl, defendendo tese intitulada "Caracterização e uso da flauta doce nas óperas de Reinhard Keiser (1674-1739)", com estágio doutoral na Universität der Künste (UdK) em Berlim, sob orientação da Profa. Dra. Susanne Fontaine. Em 2021 foi bolsista do DAAD para estágio de pesquisa na UdK sobre as óperas apresentadas no Theater am Gänsemarkt, de Hamburgo (1678-1738).

 

Em 2008 criou a série "Brasiliana", da qual é também curadora, dedicada à publicação de obras brasileiras contemporâneas para flauta doce e que conta com dez obras editadas pela Tre Fontane (Münster, Alemanha). Foi a diretora musical do projeto "Ópera na UFRGS", que, entre 2012 e 2017 produziu "Dido e Enéias", de H. Purcell; "L'Orfeo" de C. Monteverdi; "A bela e fiel Ariadne" (1692), de Johann Conradi (em colaboração com a Profa. Silvana Scarinci, UFPR) e a "Missa do Orfanato", de W. A. Mozart. 

 

Na UFRGS, criou e coordenou diversos eventos de extensão ligados à flauta doce e à música antiga. Sua área de atuação como pesquisadora, palestrante e autora de artigos contempla principalmente os seguintes temas: flauta doce, metodologia do ensino da flauta doce, ópera barroca alemã e música brasileira para flauta doce.

 

Como flautista, atua como camerista e solista convidada junto a orquestras no Brasil e no exterior, com repertório voltado para a música dos séculos XVII, XVIII, XX e XXI.

Beduschi
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Duo

LUIS BEDUSCHI

Flauta Doce

 

Possui graduação em Flauta Doce pela Schola Cantorum Basiliensis - Suíça (1998) e mestrado em Master Recherche, Musique et Musicologie pela Universidade de Paris-Sorbonne IV - França (2011). Luis Beduschi é vencedor de vários prêmios nacionais, e reconhecido como um virtuoso precoce pela sua perícia técnica e sensibilidade musical. 


Iniciou seus estudos de Flauta Doce na Escola Superior de Música do Teatro Carlos Gomes de Blumenau, aos nove anos de idade. Após vencer vários concursos e ter participado ativamente dos principais cursos de música no Brasil iniciou em 1994 seus estudos na Suíça, onde foi selecionado entre candidatos do mundo inteiro para se aperfeiçoar, fazendo o curso superior de Flauta Doce na Schola Cantorum Basiliensis. Na Europa também participou de montagens de óperas, cantatas de Bach e grupos de música antiga.


Em 1995 venceu o concurso Cultura Viva do governo do Estado de Santa Catarina, cujo prêmio, um CD, foi gravado na Europa. Outros trabalhos de destaque em sua discografia são os albuns Waves, Jacob Van Eyck: Pleasure Garden e Corelli: Sonatas Op. 5, todos marcados pela sensibilidade musical e virtuosidade.

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DUO ENARMONIA

Música Antiga

 

Formado pelos irmãos gêmeos Rafael Augusto e Romes Jorge, o Duo Enarmonia (Uberlândia-MG) se dedica à interpretação de repertório barroco e pré-clássico em instrumentos históricos como flauta doce, oboé barroco e fagote barroco.

Com trajetória marcada por apresentações no Brasil e em países como EUA, Bélgica, Holanda, Itália, Portugal, Polônia e Uruguai, o Duo alia excelência interpretativa à pesquisa em performance historicamente orientada. No Brasil, já se apresentou em palcos de prestígio como a Sala São Paulo e a Sala Cecília Meireles.

Além da atuação como instrumentistas, Rafael e Romes também se destacam como produtores culturais, assinando projetos como a série Concertos Barrocos na UFU, Encontro de Performance em Flauta Doce de Uberlândia (ENFLADU) e a série de concertos da Camerata Antiga de Uberlândia.

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Borner

DIRK BÖRNER

Cravo

 

Após estudar piano no Conservatório Nacional Regional de Estrasburgo, Dirk Börner dedicou-se à música antiga. Na Schola Cantorum Basiliensis, estudou cravo com Andreas Staier e Jesper Christensen, graduando-se com um diploma de solista. Uma agenda de concertos intensa o levou por toda a Europa, América do Sul e América do Norte. Dirk Börner se apresenta regularmente com importantes conjuntos de música antiga, como Stylus Phantasticus, The Rare Fruits Council e Aux Pieds du Roy. Participou de inúmeras gravações renomadas. Também realizou gravações de rádio para a Radio de la Suisse Romande, Radio Classique (Paris), France Musique, BBC, ORF, Bayerischer Rundfunk e Norddeutscher Rundfunk. Juntamente com Michael Form, Dirk Börner dirigiu um projeto de pesquisa ("La Plasticité du Rhythme"), apoiado pela Fundação Nacional Suíça para a Ciência, que examinou a interação entre dança e música na música barroca francesa. Dirk Börner completou estudos complementares em improvisação com Rudolf Lutz na Schola Cantorum de 2010 a 2012. Desde então, é membro do Grupo de Pesquisa em Improvisação de Basileia.

 

Dirk Börner é professor de cravo, baixo contínuo, música de câmara e prática histórica da performance na Universidade de Artes de Berna e leciona baixo contínuo e improvisação no Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Lyon. Desde o semestre de outono de 2014, Dirk Börner leciona improvisação histórica na Schola Cantorum Basiliensis.

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Ladson

LADSON MATOS

Cravo

 

Iniciou seus estudos de Música no Conservatório Pernambucano de Música (CPM) no ano de 2002, onde concluiu o Curso Técnico em Teclado em 2011, na classe do Professor Geraldo Vital. Ainda no Conservatório Pernambucano de Música iniciou os estudos de cravo com a Professora Andréia Rocha. Em 2012 iniciou o Bacharelado em Cravo na Universidade Federal de Pernambuco sob orientação da Prof.ª Dr.ª Luciana Câmara, concluído em 2017. Mestre em Música/Cravo no Programa de Pós Graduação Profissional em Música – PROMUS da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) sob orientação do Prof. Dr. Marcelo Fagerlande. 

Participou de várias masterclasses de Cravo com os professores Edmundo Hora (UNICAMP), Rosana Lanzelotte (Rio de Janeiro), Marcelo Fagerlande (UFRJ), Helena Jank (UNICAMP), Cláudio Ribeiro (UNICAMP/Holanda), Beatrice Sterna (Itália/Holanda), Simone Stella (Itália), Jacques Ogg (Holanda), Elisabeth Wright (Indiana University), Olivier Baumont (Conservatoire National Supérieur de Musique et de Danse de Parise /França), Béatrice Martin (Conservatoire à Rayonnement Régional de Paris/França) e Fernando Cordella (Brasil) e também de danças Renascentistas e Barrocas com os professores Mário Orlando e Raquel Aranha, respectivamente.

Foi cravista do Grupo Vocal Barroco Gárgula e também do Ensemble Barroco Sonoro Ofício com o qual fez a estréia moderna do concerto para Cravo, cordas e contínuo de Pietro Guglielme em 2014, e gravou, em 2016, o CD intitulado “O Ambiente Musical de Luís Álvares Pinto”, compositor pernambucano do século XVIII. Foi membro do Grupo Allegretto, grupo representativo do Conservatório Pernambucano de Música, com quem se apresentou por várias cidades do Brasil. Atua regularmente como cravista na Orquestra de Câmara de Pernambuco, sob a regência do maestro José Renato Accioly, da Trupe Barroca sob regência do Maestro Sérgio Dias. Como organista do Ensemble Vocal Cantamus, sob a regência do Maestro Gilson Celerino, participou de vários projetos de grande importância para a música em Recife. Participou como convidado na Orquestra do XX Festival Virtuosi em Recife, sob regência do maestro Rafael Garcia, e é regularmente convidado a participar da orquestra deste festival, atualmente dirigida pelo Prof. Nilson Galvão.

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